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Novo Ford Falcon?




As imagens deste novo modelo da Ford apareceeram que nem bombas em algum foruns australianos, revelando o Ford Falcon da nova geração antes do seu lançamento em 2008.

O novo Falcon é descrito como a cereja no topo do bolo. Essencialmente, o atual modelo BF está com algumas alterações estéticas e umas poucas a nivel de mecânica.

Os modelos do FPV têm um motor 5.4L V8 da Ford, mas ainda esperam esperam acrescentar mais alguma potência a este carro. O turbo também deverá dar um agradavel impulso a este carro, mas não deverá ser montado no carro antes de 2010. Até lá, a Austrália, deverá adoptar as leis das emissões Euro IV e espera-se que isso nao afecte as caracteristicas do motor deste carro. Vejam as imagens e digam se não e realmente bonito! Só é pena nao chegar a ser comercializado na Europa.

Ford Fiesta ST em duas rodas






O Ford Fiesta ST é um dos "mini" desportivos mais bonitos e dos mais agradaveis de se conduzir. Isto pelo menos com as 4 rodas no chão. Mas e quando alguem decide por este carro em duas rodas, o que acontece? Veja o video.



Ford Mustang Obsidian CoupeR




O Obsidian CoupeR de cor preto-ouro não esteve só a encher o assoalho do showroom dentro de SEMA, mas provou certamente que nada é demasiado na exibição ao ar livre. Mostrado fora das portas principais do salão e com nenhuns outros carros ao redor, o CoupeR demonstrou bem a sua marca e fe-la bem com seus 900cv, motor bi-turbo e com um aspecto extremamente agressivo e feito simplesmente por encomenda.

Este Ford Mustang de 1967 mostrou na multidão um estilo agregado á função de maneira notável. Antes que alguem comece a ficar cansado de olhar para o aspecto exterior do carro, alguns items comtemporaneos marcaram o seu impacto por dentro. Baquets em pele, volante desportivo e por fim um computador com 2.4Ghz, um disco de 60 Gb e monitor touch-screen de 10.5¨ no tablier. "Unreal..." foi a expressão mais ouvida na presença deste carro, mas os responsaveis da CoupeR Design fizeram-no realidade.

Roush apresenta 600RE




Como forma de assinalar o fim da produção do Ford GT, que recorde-se, inspirou-se no desportivo da Ford dos anos 60, a Roush desenvolveu uma edição limitada e exclusiva do desportivo da marca do Oval, denominado 600RE.
Concebida especialmente para o Velho Continente, esta edição especial limitada a apenas 10 unidades, viu as suas performances e os níveis de rendimento aumentar, através de pequenas alterações na sua mecânica. No entanto, a Roush não divulgou os detalhes técnicos do 600RE, embora a designação seja uma excelente pista. Recorde-se que o motor V8 de 5,4 litros do Ford GT, debita de origem uma potência de 550 cavalos. Exteriormente, o 600RE demarca-se do Ford GT através da adopção de elementos estéticos denunciadores de uma maior agressivo que conferem uma aparência única e distinta.
Este modelo foi desenvolvido e montado no Centro Técnico da Roush, em Brentwood, Essex, que é de resto, a única oficina oficial do Ford GT para o Reino Unido. Esta não é a primeira experiência da Roush com desportivos da Ford. Anteriormente, a Roush lançou o 420RE Mustang, uma edição especial do Mustang.

Ford GT 90





Ao longo da história do automóvel, muitos fabricantes de carros procuraram produzir carros que conjugassem design arrojado, sofisticação nos materiais e acabamento e, sobretudo elevadíssimo desempenho, no intuito de produzir máquinas de quebrar recordes. Exemplos disto, são Ferrari, Lamborghini e Porsche entre outros e mais recentemente as grandes marcas alemãs, americanas e japonesas. Entretanto, um dos projectos neste sentido mais bem sucedidos, pertence a gigante Ford e não passou do campo experimental. Apresentado ao mundo no Salão de Detroit de 1995, o Ford GT90 deveria ser um novo conceito de carro desportivo e sobretudo foi o protótipo responsável por inaugurar uma nova abordagem em termos de design para a marca. Para liderar o timing que definiu linhas e formas do GT90, foi chamado Camilo Pardo, chefe de desing do Living Legends Studio da Ford e que está a frente do novo conceito de linhas dos veículos Ford, chamada de New Edge e responsável entre outros pelo redesign do GT40. Este conceito, basea-se em utilização harmoniosa e proporcional de elementos geométricos definidos. Do ponto de vista da mecânica e consequentemente do desempenho, o carro também deveria deixar para trás dois dos maiores ícones em termos de desportivos europeus, que na época ditavam os limites - Ferrari F50 e Lamborghini Diablo. Para esta tarefa nada fácil, convocaram John Coletti, hoje engenheiro chefe da Equipe de Engenharia de Veículos Especiais da Ford, responsável entre outros pelo SVT Mustang Cobra e SVT Focus.O resultado, foi um carro que foi destaque perante toda a imprensa especializada na sua apresentação em Detroit. As linhas do GT90 causaram espanto, não pela desformidade, mas pela harmonia com que combiram elementos rectos com curvas. O GT90 inaugurou, um padrão de design que foi seguido comercialmente com o Ford Ka e que hoje está presente em praticamente todo o line up da empresa, como pode-se ver no Focus e nos novos Mondeo e Fiesta. Mas linhas e formas arrojadas, aparecem e desaparecem em todos os salões. Restava ainda a tarefa mais difícil, que era produzir um dos carros mais rápidos do mundo. Conseguiram! O motor utilizado foi um V12, que surgiu da união de dois poderosos motores bi-turbo de 6 cilindros em linha. O novo motor gerava impressionantes 720 cavalos de potência já a 6300 rpm e um violentíssimo torque de 91.2 kgfm já disponíveis a 4750 rpm, que é uma faixa de rotações extremamente baixa para um esportivo e que é quase o dobro do torque de um Ferrari F50 e quase 50% maior do que o de um Diablo GT! A consequência deste torque descomunal e do elevado número de cavalos, transmitidos às grandes rodas traseiras de 19 polegadas e pneus de mais de 30 centímetros de largura, através de uma caixa de 5 velocidades, produziram acelerações aos 100 km/h em quase 3 segundos e quase 380 km/h de velocidade máxima. O auxílio à estabilidade e dirigibilidade, vinham da eletrônica embarcada e de um conjunto aerodinâmico que contava com um aeleron de geometria variável, que se recolhia ou levantava de acordo com a velocidade. Naturalmente um carro desportivo não é feito apenas de linhas arrojadas e harmoniosas e motores potentes, mas também de equilíbrio. Este aspecto foi conseguido através de um extremamente rígido chassis de alumínio em estrutura de colméia e firmemente unido à carroceria de fibra de carbono, conferindo extrema rigidez estrutural. Na banheira do motor, um revestimento semelhante ao utilizado nos vaivens espaciais e que utiliza uma matriz metálica preenchida com cerâmica, que tem como objectivo isolar a cabine do enorme calor produzido pelo motor e aumentar a rigidez do conjunto. A esta altura o leitor que ainda não conhecia este super carro, deve estar pensando onde pode encontrar um carro destes, ao menos para dar uma olhadela. A Ford tinha nos planos, na época da apresentação, produzir uma série limitada a cem unidades, no entanto por razões não oficialmente divulgadas, produziu apenas duas unidades. Uma destas jóias encontra-se na Divisão de Veículos Especias da Ford e a segunda - cuja existência não seja confirmada pela Ford - tem sua localização apenas especulada. Resta apenas esperar que o GT90 entre algum dia novamente nos planos da Ford.

Ford GT 40



Parecem fotos do lendário GT 40 que venceu três vezes a 24 Horas de Le Mans (leia história), mas não são. Trata-se do conceito de mesmo nome que a Ford apresenta em Detroit -- segundo o desenhista-chefe J. Mays, "o carro que nossos compradores sempre sonharam ter, mas nunca puderam realizar porque não existia uma versão de rua".

O novo GT 40 também não está ao alcance deles, mas poderá ser produzido em série conforme a reação ao conceito. Comparado ao original, ele é 15% mais longo e um tanto mais alto, mas mantém a posição entreeixos do motor V8. Caso chegue às ruas, sua potência deverá ser superior a 500 cv, colocando-se na categoria do novo Dodge Viper 2003. Não espere, porém, um concentrado de eletrônica e tecnologia. Um novo GT 40 seria um esportivo essencial, com carroceria de alumínio mas sem o refinamento de um carro de luxo. Segundo Mays "é um carro romântico, que nada tem a ver com computadores, graças a Deus".